Robin: smartphone Android que salva arquivos e apps na nuvem faz sucesso

Robin: smartphone Android que salva arquivos e apps na nuvem faz sucesso

O smartphone Robin, da Nexbit, está fazendo sucesso na Internet e já arrecadou além da sua meta inicial de US$ 500 mil no Kickstarter. O destaque do celular com sistema Android é que ele usa o armazenamento em nuvem para quase todas as funções, sem precisar lotar o espaço interno. A integração com a nuvem é direta e usa a conexão Wi-Fi para enviar fotos, vídeos e mais.
O smartphone Robin é otimizado para manter o hardware funcionando com espaço equilibrado, enviando os arquivos para um serviço de nuvem próprio. 
Robin oferece sistema operacional Android customizado (Foto: Divulgação/Kickstarter)Robin oferece sistema operacional Android customizado (Foto: Divulgação/Kickstarter)
As transferências são feitas sem a necessidade de aplicações extras: tudo de forma automática e simples. Por dentro do celular está um processador Snapdragon 808 com 3 GB de memória RAM. O armazenamento é de 32 GB internos e 100 GB online.
Smartphone Robin tem integração direta com a nuvem (Foto: Divulgação/Kickstarter)Smartphone Robin tem integração direta com a nuvem (Foto: Divulgação/Kickstarter)

A equipe da Nexbit é formada pelo CEO, Tom Moss, e pelo Co-fundador e CTO da empresa, Mike Chan, ambos envolvidos na formulação do Android, sistema móvel do Google, desde o início. O celular oferece uma tela de 5,2 polegadas Full HD e duas câmeras: uma lente traseira com 13 megapixels e outra frontal com 5 MP. A bateria tem potência de 2.680 mAh e há conectividades Bluetooth 4.0, NFC, Wi-Fi, GSM, GPS e mais.
Robin já arrecadou mais do que sua meta inicial de US$ 500 mil (Foto: Divulgação/Kickstarter)Robin já arrecadou mais do que sua meta inicial de US$ 500 mil (Foto: Divulgação/Kickstarter)
O Robin pode ser comprado por valores a partir de US$ 299 (cerca de R$ 1.118 em conversão direta), nas cores verde e cinza. A estimativa é de que o envio dos aparelhos seja iniciado a partir de janeiro de 2016. Os primeiros lotes estarão disponíveis para diversos países no mundo, mas o Brasil está fora da lista.

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