FBI conseguiu fazer o desbloqueio do iPhone de um dos terroristas.

FBI conseguiu fazer o desbloqueio do iPhone de um dos terroristas.

FBI desbloqueia iPhone de terroristas e encerra processo contra Apple

Agência usou método próprio para acessar aparelho, diz Associated Press.
Departamento de Justiça dos EUA processava empresa por desbloqueio.

Imagem de arquivo mostra Tashfeen Malik e Syed Farook, atiradores de San Bernardino, no aeroporto de Chicago (Foto: REUTERS/U.S. Customs and Border Protection)Imagem de arquivo mostra Tashfeen Malik e Syed Farook, atiradores de San Bernardino, no aeroporto de Chicago (Foto: REUTERS/U.S. Customs and Border Protection)
O FBI conseguiu desbloquear o iPhone de um dos terroristas dos ataques a San Bernardinoatravés de um método ainda desconhecido, mas sem a ajuda da Apple, segundo a agência de notícias Associated Press (AP). Com isso, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos encerrou nesta segunda-feira (28) o processo movido contra a empresa.

Na última segunda-feira (21) a justiça americana já havia aceitado anular audiência a pedido do governo depois que o
 Departamento de Justiça afirmou que havia encontrado um método para desbloquear o smartphoneDe acordo com o jornal "Washington Post", os promotores do caso escreveram que os investigadores "acessaram os dados contidos" no aparelho de um dos atiradores e não precisavam mais da ajuda da Apple.
Segundo a Apple, com isso a empresa não precisa ser forçada a ajudar no desbloqueio de outro aparelho em caso semelhante na cidade de Nova York.
O ataque
No início de dezembro de 2015, pessoas armadas entraram num edifício em San Bernardino, na Califórnia, e mataram 14 pessoas e deixando outros 17 feridos. O tiroteio ocorreu no Inland Regional Center, uma instituição que atende "pessoas com deficiências de desenvolvimento".
Desde então, a Apple se negava a desbloquear o iPhone encontrado na casa de Syed Farook e Tashfeen Malik, o casal responsável pelo ataque, alegando que estabeleceria um precedente muito perigoso na proteção de dados dos usuários.
 Do G1, em São Paulo

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